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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Aos Irmãos de Fé Umbandistas,,, Por Ramatís




Que os vossos destinos estejam sempre iluminados pelos bons espíritos, guias e protetores, falangeiros da caridade, mas que tenhais merecimento dessa assistência pelas vossas atitudes e ações.Fazei a vossa parte, que a Espiritualidade está fazendo a que lhe cabe, pois igualmente os espíritos têm comprometimento cármico convosco e estão evoluindo. Tendes o discernimento de escolher vossos destinos de acordo com o aprendizado vivenciado, fruto do estudo, da experimentação mediúnica e do conhecimento que propicia a fé racional, e não vos deixeis levar tal qual tora de madeira correnteza a baixo.
Vivenciai a singeleza da Senhora da luz, vossa amada Umbanda, ainda tão incompreendida e distorcida entre os homens. Umbanda, facho luminoso que desce do Altíssimo, que não cobra consultas, não se remunera por encomendas de oferendas e despachas milagrosos que a tudo resolvem, não faz sacrifício de animais e não tem rituais de sangue; práticas funestas de pais de terreiros pagos pelo vil metal, comprometidos com a sombra do astral inferior, num processo simbiótico vampirizador de larga escala na crosta terrestre decorrente da baixo moralidade que ainda prepondera neste inicio de Terceiro Milênio,mas que não está destinada ao homem místico e universalista da Nova Era de Aquário.
Não tenhais receio de afirmar vossa condição de umbandistas, que é por natureza milenar, universalista e crística.
Resgatai a humildade e a sabedoria tão bem personalizada nas figuras amoráveis dos pretos velhos com seus cabelos brancos, corpos curvados pelas dores do tempo e linguajar simples e tosco, mas que por detras das vovós e vovôs , escondem-se espíritos de extrema elevação, muitos de outras paragens
cósmicas, que no presente momento existencial não conseguireis entender em plenitude.
Tende a coragem dos índios e dos caboclos e enfrentai as vicissitudes de olhar firme no horizonte, respeitando a tudo e a todos, tendo o evangelho do Cristo no coração.
SAUDAI VOSSA UMBANDA.
SAUDAI TODOS OS ORIXÀS ,POSIÇÔES VIBRADAS DO COSMO QUE PERMITEM A MANIFESTAÇÃO DOS ESPIRITOS NA FORMA E NA MATÈRIA.
SAUDAI TODOS OS GUIAS E PROTETORES.
SAUDAI TODOS OS CAVALARIANOS SOCORRISTAS.
SAUDAI TODOS OS QUE PRATICAM A CARIDADE DESINTERESSADA SOB A ÉGIDE DO CRISTO JESUS, ENCARNADOS E DESENCARNADOS.
O amparo e a assistência se fazem sempre, atuantes por intermédio dos mensageiros da FRATERNIDADE BRANCA DO ASTRAL SUPERIOR,que sustenta em solo pátrio o movimento de unificação religiosa dos homens.
E que Oxalá vos dê ânimo para enfrentar os tempos vindouros e continuar praticando a caridade desinteressada, com amor ao próximo, confiança e fé como sempre foi, é e será pelo evo dos tempos, nos caminhos ascencionais de todos vós, inevitavelmente destinados à angelitude, independente das crenças terrenas.

RAMATÍS
Este texto foi retirado do livro SAMADHI, página 141 - Editora do Conhecimento. 

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Eu Não Merecia Isso!



“... Por que uns nascemna miséria e outros na opulência, sem nada terem feito para justificar essaposição? Por que para uns nada dá certo, enquanto que para outros tudo parecesorrir?...”

“... As vicissitudes davida têm, pois, uma causa, e, uma vez que Deus é justo, essa causa deve serjusta. Eis do que cada um deve compenetrar-se bem...”
(Capítulo 5.item 3. “O Evangelho Segundo o Espiritismo”)


Assumir total responsabilidade por todas as coisasque acontecem em nossa vida, incluindo sentimentos e emoções, é um passodecisivo em direção a nossa maturidade e crescimento interior.

A tendência em acusar a vida, as pessoas, asociedade, o mundo enfim, é tão antiga quanto o gênero humano; e muitos de nóscrescemos aprendendo a raciocinar assim, censurando todos e tudo, nuncaexaminando o nosso próprio comportamento, que na verdade decide a vida em nós efora de nós.

Assimilamos o “mito do vitimismo” nas mais remotasreligiões politeístas, vivenciadas por todos nós durante as várias encarnações,quando os deuses temperamentais nos premiavam ou castigavam de conformidade comsuas decisões arbitrárias.

"Por termos sido vítimas nas mãos dessasdivindades ", é que passamos a usar as técnicas para apaziguar as irasdivinas, comercializando fa­vores com oferendas a Júpiter no Olimpo, a Netunonas ativida­des do oceano, a Vênus nas áreas afetivas e a Plutão, deus dosmortos e dos infernos.

Aprendemos ajustificar com desculpas perfeitas osnossos desastres de comportamento, dizendo que fomos desamparados pelos deuses,que a conjunção dos astros não estava propícia, que a lua era minguante e quenascemos com uma má estrela.

Ainda muitos de nós acreditamos ser vítimas dopecado de Adão e Eva e da crença de um deus judaico que privilegia um povo edespreza os outros, surgindo assim a idéia da hegemonia divina das nações.

As pessoas que acreditam ser “vítimas dafatalidade” continuam a apontar o mundo exterior como culpado dos seusinfortúnios. Recusam absolutamente reconhecer a conexão entre seus modos depensar e os acontecimentos exteriores.

São influen­ciadas pelas velhas crenças e se dizemprejudicadas pela força dos hábitos, pelas cargas genéticas e pela forma comoforam criadas, afirmando que não conseguem ser e fazer o que querem.

Não sabem que são arquitetos de seu destino, nemse conscientizam de que o passado determina o presente, o qual, por sua vez,determina o futuro.

A vítima sente-se impotente e indefesa em face deum des­tino cruel. Sem força nem capacidade de mudar, repetidas vezes afirma:

“Eu não merecia isto”, “A vida é injusta comigo”,nunca lhe ocorrendo, porém, que o seu jeito de ser é que materializa pessoas esituações em sua volta.

Defendem seus gestos e atitudes infelizes dizendo:“Meus problemas são causados por meu lar”, “Os outros sempre se comportam destaforma comigo”.

Desconhecem que as causas dos problemas somos nóse que, ao renascermos, atraímos esse lar para aprendermos a resolver nossosconflitos.

São os nossos comportamentos interiores quemodificam o comportamento dos outros para conosco.

Se somos, pois, constantemente maltratados éporque estamos constantemente nos maltratando e ou maltra­tando alguém.

Ninguém pode fazer-nos agir ou sentir dedeterminada maneira sem a nossa permissão.

Outras pessoas ou situações po­derão estimular-nosa ter certas reações, mas somente nós mesmos determinaremos quais serão e comoserão essas reações.

As for­mas pelas quais reagimos foram moldadaspelas experiências em várias vidas e sedimentadas pela força de nossas crençasinteriores - mensagens gravadas em nossa alma.

Portanto, precisamos assumir o comando de nossavida e sair do posicionamento infantil de criaturas mimadas e frágeis, quereclamam e se colocam como “vítimas do destino.

Admitir a real responsabilidade por nossos atos eatitudes éaceitar a nossa realidade de vida - as metas que alteram a sina denossa existência.

Em vez de atribuirmos aos outros e ao mundo nossasderrotas e fracassos, lembremo-nos de que “as vicissitudes da vida têm, pois,uma causa, e, uma vez que Deus é justo, essa causa deve ser justa”.


Fonte: Livro: Renovando Atitudes - Pelo Espírito Hammed - Francisco do Espirito Santo Neto

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Judas Escariotes - Por Humberto de Campos



Silêncio augusto caisobre a Cidade Santa. A antiga capital da Judéia parece dormir o seu sono demuitos séculos. Além descansa Getsêmani, onde o Divino Mestre chorou numa longanoite de agonia, acolá está o Gólgota sagrado e em cada coisa silenciosa há umtraço da Paixão que as épocas guardarão para sempre. E, em meio de todo ocenário, como um veio cristalino de lágrimas, passa o Jordão silencioso, comose as suas águas mudas, buscando o Mar Morto, quisessem esconder das coisastumultuosas dos homens os segredos insondáveis do Nazareno.

Foi assim, numadestas noites que vi Jerusalém, vivendo a sua eternidade de maldições.

Os espíritos podemvibrar em contacto direto com a história. Buscando uma relação íntima com acidade dos profetas, procurava observar o passado vivo dos Lugares Santos.Parece que as mãos iconoclastas de Tito por ali passaram como executoras de umdecreto irrevogável. Por toda a parte ainda persiste um sopro de destruição edesgraça. Legiões de duendes, embuçados nas suas vestimentas antigas, percorremas ruínas sagradas e no meio das fatalidades que pesam sobre o empório mortodos judeus, não ouvem os homens os gemidos da humanidade invisível.
Nas margens caladas do Jordão, não longe talvez do lugar sagrado, ondePrecursor batizou Jesus Cristo, divisei um homem sentado sobre uma pedra. Desua expressão fisionômica irradiava-se uma simpatia cativante.

- Sabe quem é este? –murmurou alguém aos meus ouvidos. – Este é Judas.

- Judas?!...

- Sim. Os espíritosapreciam, às vezes, não obstante o progresso que já alcançaram, volver atrás,visitando os sítios onde se engrandeceram ou prevaricaram, sentindo-semomentaneamente transportados aos tempos idos. Então mergulham o pensamento nopassado, regressando ao presente, dispostos ao heroísmo necessário do futuro.Judas costuma vir à Terra, nos dias em que se comemora a Paixão de NossoSenhor, meditando nos seus atos de antanho...

Aquela figura dehomem magnetizava-me. Eu não estou ainda livre da curiosidade do repórter, masentre as minhas maldades de pecador e a perfeição de Judas existia um abismo. Omeu atrevimento, porém, e a santa humildade de seu coração, ligaram-se para queeu o atravessasse, procurando ouvi-lo.

-O senhor é, de fato,o ex-filho de Iscariot?

– Sim, sou Judas –respondeu aquele homem triste, enxugando uma lágrima nas dobras de sua longatúnica. Como o Jeremias, das Lamentações, contemplo às vezes esta Jerusalémarruinada, meditando no juízo dos homens transitórios...

- É uma verdade tudoquanto reza o Novo Testamento com respeito à sua personalidade na tragédia dacondenação de Jesus?

- Em parte... Osescribas que redigiram os evangelhos não atenderam às circunstâncias e àstricas políticas que acima dos meus atos predominaram na nefanda crucificação.Pôncio Pilatos e o tetrarca da Galiléia, além dos seus interesses individuaisna questão, tinham ainda a seu cargo salvaguardar os interesses do Estadoromano, empenhado em satisfazer as aspirações religiosas dos anciãos judeus.Sempre a mesma história. O Sanedrim desejava o reino do céu pelejando porJeová, a ferro e fogo; Roma queria o reino da Terra. Jesus estava entre essasforças antagônicas com a sua pureza imaculada. Ora, eu era um dos apaixonadospelas idéias socialistas do Mestre, porém o meu excessivo zelo pela doutrina mefez sacrificar o seu fundador. Acima dos corações, eu via a política, únicaarma com a qual poderia triunfar e Jesus não obteria nenhuma vitória. Com assuas teorias nunca poderia conquistar as rédeas do poder já que, no seu mantode pobre, se sentia possuído de um santo horror à propriedade. Planejei entãouma revolta surda como se projeta hoje em dia na Terra a queda de um chefe deEstado. O Mestre passaria a um plano secundário e eu arranjaria colaboradorespara uma obra vasta e enérgica como a que fez mais tarde Constantino Primeiro,o Grande, depois de vencer Maxêncio às portas de Roma, o que aliás apenasserviu para desvirtuar o Cristianismo. Entregando, pois, o Mestre, a Caifás,não julguei que as coisas atingissem um fim tão lamentável e, ralado de remorsos,presumi que o suicídio era a única maneira de me redimir aos seus olhos.

- E chegou asalvar-se pelo arrependimento?

- Não. Não consegui.O remorso é uma força preliminar para os trabalhos reparadores. Depois da minhamorte trágica submergi-me em séculos de sofrimento expiatório da minha falta.Sofri horrores nas perseguições infligidas em Roma aos adeptos da doutrina deJesus e as minhas provas culminaram em uma fogueira inquisitorial, ondeimitando o Mestre, fui traído, vendido e usurpado. Vítima da felonia e datraição deixei na Terra os derradeiros resquícios do meu crime, na Europa doséculo XV. Desde esse dia, em que me entreguei por amor do Cristo a todos ostormentos e infâmias que me aviltavam, com resignação e piedade pelos meusverdugos, fechei o ciclo das minhas dolorosas reencarnações na Terra, sentidona fronte o ósculo de perdão da minha própria consciência...

- E está hojemeditando nos dias que se foram... - pensei com tristeza.

- Sim... Estourecapitulando os fatos como se passaram. E agora, irmanado com Ele, que se achano seu luminoso Reino das Alturas que ainda não é deste mundo, sinto nestasestradas o sinal de seus divinos passos. Vejo-O ainda na Cruz entregando a Deuso seu destino... Sinto a clamorosa injustiça dos companheiros que O abandonaraminteiramente e me vem uma recordação carinhosa das poucas mulheres que Oampararam no doloroso transe... Em todas as homenagens a Ele prestadas, eu sousempre a figura repugnante do traidor... Olhocomplacentemente os que me acusam sem refletir se podem atirar a primeira pedra...Sobre o meu nome pesa a maldição milenária, como sobre estes sítios cheios demiséria e de infortúnio. Pessoalmente, porém, estou saciado de justiça, porquejá fui absolvido pela minha consciência no tribunal dos suplícios redentores.

Quanto ao Divino Mestre –continuou Judas com os seus prantos – infinita é a sua misericórdia e não sópara comigo, porque se recebi trinta moedas, vendendo-O aos seus algozes, hámuitos séculos Ele está sendo criminosamente vendido no mundo a grosso e aretalho, por todos os preços em todos os padrões do ouro amoedado...

- É verdade – concluí– e os novos negociadores do Cristo não se enforcam depois de vendê-Lo.

Judas afastou-setomando a direção do Santo Sepulcro e eu, confundido nas sombras invisíveispara o mundo, vi que no céu brilhavam algumas estrelas sobre as nuvenspardacentas e tristes, enquanto o Jordão rolava na sua quietude como um lençolde águas mortas, procurando um mar morto.

Recebida em Pedro Leopoldo a 19 de abril de 1935 - Do livro Crônico deAlém Túmulo. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Mensagem de Pai Benedito de Aruanda



Salve meus filhos!

Salve Deus!

Salve Nosso Senhor Jesus Cristo!

Salve todos os Orixás!

Esse Nego Velho é um velho rezador.

Aprendeu a fazer as coisas, rezando.

Tem muita coisa que se pode aprender na Umbanda.

Mas de todas, a primeira é aprender a rezar.

Não é mesmo?

Você pode rezar uma reza conhecida.

Mas a melhor, é aquela que fala no seu coração, em Deus.

Tudo que se faz, se faz um firmador em Deus.

Se acorda, acorda com Deus.

Se toma um café, toma com Deus.

Se trabalha, trabalha com Deus.

Se tem um momento para se divertir, agradece a Deus.

E assim, se vai rezando. Não é mesmo?

Quando perceber que está fazendo alguma coisa

E não tem nada mais para pensar. Vai rezando.

Vai se demorando a passar o tempo.

Vai se demorando para dormir.

Então, se vai rezando até que durma.

Se está esperando alguém e esse alguém não chega. Vai rezando.

Porque ninguém, realmente, pode dizer, em algum momento da vida, que nãotem o que fazer.

Porque sempre tem o que fazer, meus filhos.

E quando não tiver o que fazer, vai rezando.

Que é para não ficar desocupado. Não é mesmo?

Porque a cabeça desocupada, não é coisa muito boa.

A não ser que se esteja esvaziando a mente, na fé.

No momento que parar os pensamentos, Deus é uma presença.

Então, é isso que "suncês" fazem, quando dizem:

"Salve sua retirada".

Sentar, meditar, também é uma reza.

Porque é uma reza que fala com Deus, para além das palavras. Não é issomesmo?

Porque quando esvazia a mente, mas ainda assim, o coração está em Deus,então, é uma reza poderosa, que pode mudar a vida de uma pessoa.

E antes de querer mudar o mundo, antes de querer mudar a vida dosoutros, há de se querer mudar a própria vida.

Não é mesmo?

Porque o outro só muda, se você mudar.

Se você não muda, então não há de pensar que vai mudar alguma coisa forade você, se dentro continua tudo a mesma coisa.

E quando você descobrir a mudança para melhor, então, não precisa maisse preocupar em querer mudar o mundo, também.

Porque aquele que muda para melhor, já olha o mundo com outros olhos.

Cada um vê o que quer.

Onde um vê sofrimento e dor, o outro vê oportunidade de crescimento, deaprendizado, de lição, de paciência, de resignação.

Se a vida é sofrida, então, há de se pensar que a vida são muitas.

E que melhor uma vida sofrida, com resignação, do que muitas vidasdesperdiçadas na revolta.

Porque um coração revoltado, às vezes, vira pedra e desperdiça duas,três vidas... Mas um coração resignado, é aberto para outras vidasmelhores.

Se não fosse assim, não tinha Preto Velho, na Umbanda.

Não é mesmo?

Se tem cá, a Linha dos Velhos, escravos que foram, é para ensinar que alibertação maior, não é do corpo.

A libertação maior é do seu querer, da sua alma, do seu espírito.

Porque há lugares que um bom coração e uma alma em Deus, podem ir, e queas pernas jamais poderão lhe levar.

Com dor ou sem dor, com sofrimento ou sem sofrimento, numa condiçãodifícil ou fácil, todo mundo vai ficar velho e vai morrer.

Então, que se aprenda que, se dessa vida alguma coisa se leva, é um bomsentimento.

Porque se a vida não é igual de uns para os outros, é porque, mesmo quevocê não conheça os motivos, cada um antes de chegar aqui, veio de um lugardiferente.

Porque todos são iguais e ao mesmo tempo, são diferentes.

Cada um é um, e todos ao mesmo tempo, também são um.

Porque Deus é um, mas muitos são os seus filhos.

Que juntos, também são um.

Mas enquanto não conseguirem se juntar, continuam sendo muitos.

Porque se Deus é um, uma verdade e uma única vida.

As diferenças que nós mesmos criamos, é o que separa.

E é o que carrega a dor.

E que carrega de uma vida para outra.

Então, se não se conhece os motivos e a razão, das dores que se carrega,é melhor cada um fazer o melhor que pode, para não aumentar ainda mais, essador.

Porque a revolta só faz aumentar a dor.

A sabedoria do Preto Velho, não pertence a ele.

Pertence a Deus.

Quem tem fé e crê, sempre encontrará boas respostas, para cada problemada vida.

Quem não tem, nenhuma resposta serve.

Então, é só fazer a sua opinião.

Cada um tem a oportunidade de escolher.

Não exatamente qual vida e qual situação.

Não agora, mas escolheu ser quem é.

Mas ainda assim, pode escolher crer ou não crer.

Então, quem crê, há de se viver melhor um dia atrás do outro,independente do que aconteça, com fé.

Que assim seja, meus filhos!

Deus abençoe vocês!

Hi, hi, hi...(Pai Benedito Ri)

Enquanto isso, é melhor a gente ir cantando e dançando. Não é mesmo?

Tocando os atabaques e cantando para Deus.

Porque se a gente pode ter fé, cantando e dançando, então, é melhorainda.

Não é mesmo, meus filhos?

Porque se Deus é bom, tudo que se faz de bom, há de ser de Deus, também.Não é mesmo?

Salve suas forças!

Deus abençoe!

Mensagemtransmitida por, um dos milhares de, Pai Benedito deAruanda, por meio de seu médium, Pai Alexandre Cumino, em 05/08/11, sextafeira, atendimento espiritual, com consulta, gira de Pretos Velhos, com chamadadas Crianças, sustentada por Pai Obaluayê e Mãe NanãBuroquê. Templo/EscolaColégio de Umbanda Sagrada Pena Branca.

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